Quarteto remaneja R$ 100 mil para a saúde e R$ 1 milhão para a Fundação Cultural

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Quarteto remanejam R$ 100 mil para a saúde e R$ 1 milhão para a Fundação Cultural

Nos últimos dias os vereadores que se dizem ser “oposição” em Foz do Iguaçu, intensificaram as suas criticas em relação à saúde pública no município. É bem verdade que o sistema de saúde está precário, com o aumento dos infectados pelo vírus da dengue, o problema no atendimento tem aumentado de forma assustadora.

As UPA’s e o Hospital Municipal não estão conseguindo atender com dignidade os pacientes. A ineficiência de gestão na saúde não é problema exclusivo de Foz, mas de nível nacional. Pode-se dizer que a saúde pública, nunca funcionou com excelência em todas as esferas.

Talvez o melhor caminho para melhorar a situação, seria investir mais na saúde.

Em Foz do Iguaçu algumas coisas estranhas têm ocorrido, parece que para alguns vereadores a Fundação Cultural (que promove o carnaval de rua e outros eventos) é mais importante do que a saúde. O que tem deixado as pessoas confusas e tristes é o fato dos vereadores Anice, Bobato, Gessani e Queiroga estarem remanejando mais dinheiro para Fundação Cultural do que para a saúde. O quarteto deveria seguir o exemplo de Duso, Marino, Edílio e Beni.

Nas emendas de remanejamento individuais:

Anice: através da emenda 16/2015 mandou R$ 300.000,00 para a Fundação Cultural e pela emenda 19/2015 mandou R$ 100.000,00 para a saúde.

Bobato:
através da emenda 11/2015 mandou R$ 246.000,00 para a Fundação Cultural, e não apresentou nenhuma emenda que beneficiasse a Secretária de Saúde.

Gessani:
através da emenda 5/2015 mandou R$ 246.842,00 para a Fundação cultural, e não apresentou nenhuma emenda que beneficiasse a Secretária de Saúde.

Queiroga: através da emenda 48/2015 mandou R$ 265.000,00 para a Fundação Cultural, e não apresentou nenhuma emenda que beneficiasse a Secretária de Saúde.

As emendas dos nobres vereadores da oposição são um tanto contraditórias, pois vivem cobrando melhorias na saúde, mas no momento em que podem ajudar, preferem priorizar outras áreas.

Investir na cultura é interessante, mas saúde é prioridade.

Como diz o vereador Vitorassi, no dia que a saúde acabar, a oposição também acaba.

Por: Sergio Damazio