Foz do Iguaçu não está em crise, Parque das Aves bateu recorde de visitações em 2015

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Foto: Divulgação
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Foz do Iguaçu não está em crise, 2015 foi o ano de superar números. O Parque das Aves assim como outros pontos turísticos, também bateu recorde histórico de visitações em 2015. Segundo a diretora geral Carmel Croukamp, foram 780.605 pessoas que passaram pelo local entre 1º de janeiro e 31 de dezembro atraídas pelas cerca de 1,2 mil aves de 140 espécies nativas e exóticas. O índice é 22% maior do que o mesmo período de 2014, quando foram registradas 636.452 visitações.

“O Parque das Aves está bem preparado, com uma grande equipe de monitores capacitados e prontos para atender o turista. Temos uma nova infraestrutura e novos atrativos que permitem o turista desfrutar do Parque mesmo durante dias de visitação alta”, afirma a diretora.

Um dos espaços que mais encantam são os viveiros gigantes, nos quais é possível chegar bem perto das aves como tucanos e araras, que arriscam alguns rasantes e até ‘posam’ para fotos.
Apesar do saldo positivo, a expectativa para 2016, ainda de acordo com a direção do atrativo, é de uma pequena redução nos números por conta da atual crise econômica enfrentada pelo país.
O Parque das Aves fica ao lado da entrada do Parque Nacional do Iguaçu e está aberto todos os dias das 8h30 às 17. O ingresso custa R$ 30. Para moradores de Foz do Iguaçu e de outros municípios vizinhos à unidade de conservação, o valor da entrada é de R$ 6.

Novo ambiente

Recentemente, o parque inaugurou um novo espaço para possibilitar um maior contato dos visitantes com a mata vizinha ao Parque Nacional do Iguaçu.
O ‘Lounge na Selva’, como é chamado, tem espaço para descanso, interação e estrutura para eventos à noite, com restaurante.

De acordo com a direção do parque – referência no cuidado e em projetos de reprodução em cativeiro de espécies ameaçadas -, o lounge foi construído com materiais naturais, alguns do próprio local. Para chegar até o espaço, os visitantes passam pelos viveiros de aves e percorrer algumas clareiras na floresta.

O descanso pode ser feito em balanços em forma de ninho, bancos largos ou em almofadas, que ficam à disposição dos visitantes. Um trono de madeira também está disponível em um espaço que pode ser usado para a contação de histórias. Na lanchonete, é permitida a venda apenas de alimentos naturais, como água de coco, sucos, tapioca e açaí. De cortesia, água filtrada, com gelo ou limão.

Para a noite, os eventos reservados a grupos podeM incluir a preparação de pratos por um chef de alto padrão, no estilo cozinha-show, e a apresentação de um coro de índios guarani, além de meditação, degustação de cachaças orgânicas e o acompanhamento de um biólogo para a interpretação dos sons noturnos da floresta.

Fonte: G1