Foz do Iguaçu não é laboratório para aventureiros

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Começa nesta terça-feira (16) a corrida eleitoral da campanha de 2016, que será a mais curta dos últimos 20 anos. Ao todo, cinco pessoas anunciaram a candidatura a prefeito e mais 200 tentarão se tornar vereador de Foz do Iguaçu. A partir de amanhã ficam autorizados o uso de alto-falantes, amplificadores de som, comício, propaganda eleitoral na internet, distribuição de material gráfico e realização de caminhada e carreata.

O prazo de campanha segue até as 22 horas de 1º de outubro, véspera da votação. Já a propaganda no rádio e TV foi encurtada de 45 dias para 35 dias. O horário político gratuito vai de 26 de agosto a 29 de setembro.

Com o tempo de campanha reduzido e a credibilidade em baixa, os políticos terão que gastar a “sola do sapato” para convencer os eleitores.

O período eleitoral também é conhecido como o tempo das incoerências, muitos candidatos pelo Brasil afora utilizam de promessas mirabolantes para ganhar o voto das pessoas, outros que eram ateus e continuamente zombavam do “povo da cruz” no templo do “conhecimento” agora inexplicavelmente começarão a dizer “graças a Deus” “que Deus te abençoe” “jesus cristo”. Em todo o Brasil há candidatos que não tem experiência na administração pública, mas querem usar as prefeituras como laboratórios para experiencias desastrosas.

Alguns pensam que se formado em universidades de renome como Harvard, USP e administrar franquias de sucessos já são o suficiente para ser um bom representante do povo. Se no setor privado já cometem um monte de improbidade, imaginem no setor púbico. Para governar Foz do Iguaçu antes de qualquer coisa é preciso conhecer a realidade dos iguaçuenses, não ter receio de entrar nos becos das periferias e pegar nas mãos dos mais humildes já são passos significantes.

Muitos deputados federais e estaduais estão abandonando os seus respectivos mandatos para concorrer as eleições municipais, isso tem deixando muita gente aborrecida, pois na campanha de 2014 diziam que se eleitos cumpririam todo o mandato e não disputariam as eleições municipais de 2016. Várias cidades do Brasil principalmente as do interior dos estados, correm o risco de ficarem sem representantes no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas dos estados. Com tais atitudes os aspirantes a prefeitos mostram que não pensam no coletivo.